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Precificação Positiva

Desde 2009 o mercado precifica negativamente as ações políticas adotadas pela equipe econômica do executivo. Há mais de 5 anos a Bovespa não consegue recuperar seu recorde histórico. Tem-se com isso, um prejuízo significativo para os investidores e também empresários, que, ao não conseguir dar liquidez, e com isso, sem fomentar novos investimentos, terão sempre menos a esperar do futuro.



Não é a toa que o nível do investimento no país só diminui, a conta do investimento é simples,           k´=a(f(k)) - (b+c)k, ou seja, tudo que esperamos crescer à frente depende única e exclusivamente do investimento. Além disso, caso o investimento não ultrapasse a depreciação e o crescimento populacional, sem sombra de dúvidas haverá uma recessão, com diminuição do PIB/per capita.

Não era, então, nenhuma ameaça vazia os anúncios de que mantidas constantes as políticas anticíclicas e discricionárias de 2009, haveria uma grave crise futura, em um cenário de extremo otimismo, e condições externas favoráveis - como por exemplo níveis históricos recordes de termos de troca favoráveis à pauta de exportação brasileira:  minério de ferro, soja, café, petróleo e etc.

A conta chegou forte em 2014, em 2015 colocamos no penduro, e em 2016 não podemos mais ir ao restaurante. Ou passamos fome, ou começamos a fazer uma reforma estrutural que nos permita comer em casa, ou seja, sermos eficientes para produzirmos mais barato o que consumíamos antes. 

Porém, não só nenhuma reforma estrutural  - em busca de melhorar a eficiência produtiva no país - foi feita, como não há perspectiva disso. Apenas há projetos que elevam ainda mais a carga tributária. Sem contar a péssima qualidade da estrutura tributária no país, que lesa os mais pobres em detrimento dos mais ricos.


Só ontem o índice Bovespa subiu 5%, desde que anúncios de uma possível mudança no governo, devido á investigação da Lava-Jato, a bolsa acumula uma alta de quase 15%. E isso não é bom apenas para os investidores e empresários, é bom também para aqueles que sem saber, também são "investidores", como os que fazem previdência complementar. Os futuros aposentados dependem do quanto irá render seu dinheiro hoje. Vejam o caso dos futuros pensionistas do BNDES, PETROBRÁS e CORREIOS, cujos fundos de pensão, geridos por essa politicagem corrupta e apadrinhadora, colocou no comando pessoas sem conhecimento técnico, as quais, lesaram milhões de trabalhadores e futuros aposentados, colocando ainda mais pressão no caldeirão previdenciário do Brasil.

O momento de dar um basta chegou. Temos um funcionário que há 6 anos não consegue trabalhar direito e a única virtude, é de defender os funcionários ainda mais corruptos e lesivos que passaram e que para ele trabalham. É necessário fazer uma limpeza total no Governo, mudar tudo, e fazer o diametralmente oposto. Dando mais liberdade, condições de produtividade para a iniciativa privada, autonomia, manutenção de contratos e estabilidade. Sem isso, a década de 2010 será conhecida como a década da implosão.

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