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O Mais Médicos na ótica do Modelo Clássico

Talvez o modelo mais elegante e mais conhecido é o modelo Clássico. Modelo este que segue as premissas da microeconomia, onde, até então, macro e micro era uma única coisa. Ele apresenta algumas hipóteses que podem ser questionadas, como:
i) Informação perfeita
ii) Flexibilidade total dos salários

Sendo assim, não há espaço para manobras como ilusão monetária, políticas fiscais visando o curto prazo e etc. Contudo, o modelo clássico não deixa de responder questões importantes, como por exemplo, o que define o nível de produto e emprego em uma economia.

Bom, essas questões são respondidas por duas variáveis, dotação de fatores de produção e produtividade marginal do trabalho. O salário nominal pouco importa, com isso, o nível de preços não afeta a produção, o que torna a curva de oferta vertical.

Mas aí você pergunta, o que isso tem a ver com o mais médicos? Bom, o mais médicos aumenta a dotação de trabalho, sendo assim, há queda no salário real, permitindo uma expansão do produto com mais gente trabalhando. Ué, então por que toda essa revolta? Bom, a revolta consiste na perda do salário real de quem já estava empregado, ou de quem simplesmente utiliza de outros argumentos de caráter ideológico.

Sendo assim, um economista que se defina liberal jamais poderá ir contra ao que prediz o modelo Clássico, e portanto, deve apoiar a iniciativa do governo. Queria eu que isso se expandisse para todos os setores, o que poderia inclusive incentivar ganhos de produtividade com o aumento da concorrência.

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